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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mau hálito e aftas no bebê? Pode ser estomatite, fique atento!

Também conhecida como sapinho, essa inflamação na boca é altamente contagiosa e de difícil controle e por isso requer cuidados bucais especiais na fase infantil

 Se o seu bebê está com aftas e mau hálito, pode ser sinal de estomatite. Bastante comum em crianças, essa doença se caracteriza por uma inflamação na boca ou na gengiva que causa muito desconforto e dor. E, apesar do nome, não tem a ver com problemas no estômago, pois a palavra Estômato (de stoma) quer dizer boca em grego. 
A estomatite pode ser causada por vírus, fungos, bactérias e deficiência de vitamina C, do Complexo B e de ferro. No entanto, a causa por fungos, mais conhecida como sapinho ou candidíase oral, é a mais popular entre as crianças e costuma atingir a mucosa bucal de recém-nascidos. 
Porém, apesar de ter causas bem definidas, uma higiene bucal falha pode dificultar o controle da doença. A falta de higiene aumenta a possibilidade de bactérias. No caso da estomatite, não contribui com o aparecimento da doença, mas sim para o agravamento do quadro. 



Atenção aos sintomas
Por apresentar agentes causadores diferentes, os sintomas da estomatite também podem se apresentar distintos de acordo com a causa. No caso da estomatite por fungos, a língua, a gengiva, os lábios e mucosa da boca da criança ficam recobertos por uma camada branca. Essas placas possuem aparência de “nata de leite”. Os principais sintomas são: boca seca, perda de apetite, insônia e dificuldade de deglutição.

Já quando a causa é viral, aparecem vesículas acinzentadas ou amareladas no centro e avermelhadas por fora em volta da boca e/ou do nariz. Além isso, o bebê costuma apresentar febre, irritabilidade, falta de apetite, mau hálito intenso, recusa em usar a chupeta, recusa na ingestão de alimentos, gengivas muito vermelhas e que facilmente sangram e aftas na boca.

A inflamação gengival, a falta de higiene durante a doença (pois a dor impede a realização de uma higiene eficiente) e o sangramento, são as principais causas do aparecimento do mau hálito na criança.


Fonte: Terra

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Chegou o Carnaval - Veja os mitos e verdades sobre clareamento para curtir os dias de folia

Apesar de tanta fama e uma procura exagerada pelo clareamento dentário, esse procedimento ainda gera muitas dúvidas. Para ajudar a entender como ele funciona, se faz mal, quando é recomendado, entre outras coisas, vamos esclarecer os dez maiores mitos e verdades na hora de branquear os dentes. 



Clareamento deixa os dentes sensíveis.
Parcialmente verdade. Realmente alguns pacientes podem apresentar sensibilidade durante ou após o tratamento. Às vezes a penetração do peróxido (um agente ativo do gel clareador) no tecido da polpa causa sua inflamação (a polpa é conhecida como “nervo” do dente). Ou ainda pode ocorrer a desidratação do dente por conta da sua exposição a uma temperatura elevada durante um longo período (procedimento comum do clareamento).

Cremes dentais funcionam como clareadores.
Mito. Os cremes dentais branqueadores possuem muito pouca quantidade de agentes ativos do clareamento dental. Mas, por serem abrasivos, removem manchas externas e dão a impressão de dentes mais brancos. 

Clareamento enfraquece o dente.
Mito. O clareamento consiste em uma reação química. O gel clareador age no pigmento que ocasiona o escurecimento dental. Esse processo não é abrasivo e não afeta a estrutura dos dentes. 

Durante o clareamento não pode ingerir bebidas e alimentos com corantes. 
Verdade. Durante o tratamento clareador alguns alimentos, bebidas ou produtos devem ser evitados, pois podem interferir no resultado final do tratamento. A durabilidade da cor alcançada com o clareamento será reduzida se o paciente consumir excessivamente algumas bebidas como café ou chá preto ou ainda fumar. 

Qualquer pessoa pode fazer clareamento.
Parcialmente verdade. Existem alguns casos em que o tratamento não é indicado como: em mulheres grávidas, crianças menores de 15 anos com o esmalte ainda não completamente formado, pessoa com implante, pacientes que apresentam doença periodontal e muitas restaurações, alérgico aos componentes da fórmula e pacientes com retração gengival. 

Os dentes escurecem com o passar dos anos.
Verdade. O efeito do clareamento dental tem duração variada, mas na maioria das vezes a cor “satisfatória” pode ficar de um a três anos. Pessoas com uma exposição alta a agentes cromogénicos como o café e chá, por exemplo, necessitam de um tratamento de reforço a cada seis meses. Para pessoas que tem uma exposição menor às substâncias que causam manchas, esses retoques são menos freqüentes. 

Clareamentos caseiros não funcionam.
Mito. Não existem tratamentos mais ou menos eficazes. Na verdade, todos os tipos de clareamento seguem o mesmo princípio: a ação de um gel (peróxido de hidrogênio ou carbamida) em diferentes concentrações, que libera oxigênio que altera a cor do dente, através da oxidação causada nos pigmentos amarelados da dentina.  

Qualquer pessoa pode ficar com os dentes brancos após um clareamento.
Parcialmente verdade. Isso vai depender da resposta biológica da estrutura dental de cada pessoa. 

Receitas caseiras como bicarbonato de sódio, limão, água oxigenada e casca de laranja clareiam os dentes.
Mito. Estes produtos citados não possuem o potencial clareador. O bicarbonato de sódio é abrasivo e irá realizar apenas um polimento da superfície externa do dente (esmalte). 

Clareamento provoca câncer.
Mito. Não há relatos nem evidências de que os agentes clareadores venham a provocar o câncer. 


Fonte: Terra

Mitos e Verdades sobre o Dente do Siso

Popularmente conhecido como dente do juízo, por seu nascimento ocorrer na maioria das vezes entre os 17 e 21 anos de idade, o dente do siso e sua extração causam muitas dúvidas nas pessoas. Para não parecer mais um bicho de sete cabeças, esclarecemos o que é mito e o que é verdade, além de garantir que, quando bem realizada, a extração desse dente pode ser uma experiência corriqueira e sem traumas. 



Todo mundo que tem dente do siso deve tirá-lo - MITO 
Nem sempre o dente do siso é sinônimo de problema. Se ele estiver em uma posição que possa ser higienizado facilmente, se ele consegue tocar o dente superior a ponto de ajudar na mastigação e se estiver livre de infecções, pode e deve ser mantido.

Mesmo sem nascer, o dente do siso pode ter cárie - VERDADE
Mesmo que o siso não esteja aparecendo, não significa que não possa sofrer ataques das bactérias da boca. A cárie pode destruir o dente com inflamações na gengiva, onde as bactérias vão penetrá-la e atacá-lo. Nesses casos, o dente do siso pode ser extraído ou pode ser feito um tratamento à base de antibióticos antes da sua remoção.

Quem extrai um dos dentes do siso, precisa extrair os outros - MITO
Apesar de acontecer na maioria das vezes, a extração de todos os dentes do siso nem sempre é obrigatória. Se os outros estiverem saudáveis e auxiliando a mordida, podem ficar. A extração de todos os dentes é muitas vezes preventiva, pois a presença deles poderá causar problemas futuros. 

Tomar sorvete é recomendado após a cirurgia de extração do dente - VERDADE
Normalmente, o consumo de alimentos pastosos e gelados é recomendado após qualquer tipo de cirurgia na boca. Costumamos indicar esse tipo de alimentação, pois, além do gelado ajudar a diminuir a infecção, estamos preocupados com a higienização do local e a mastigação. Ingerir alimentos mais sólidos obrigaria o paciente a intensificar a mastigação, o que poderia causar lesões no local da cirurgia, além disso, comer comida mais dura pode dificultar, mais tarde, a higienização do local. Imagina se um arroz fica preso? Alimentos pastosos deslizam mais fácil na cavidade bucal.


Fonte: Terra

Entenda a disfunção de ATM

Comum em adultos de 20 a 50 anos, a disfunção da ATM causa muitos desconfortos faciais, mas pode regredir com compressas e massagens...

Localizada atrás da bochecha e perto do ouvido, a articulação temporo-mandibular (ATM) liga a mandíbula ao crânio é umas das que mais trabalha no corpo, pois é responsável pela fala e por engolir e mastigar. E é exatamente por causa desse excesso de trabalho (afinal, comemos e falamos diversas vezes por dia) que algumas vezes ela falha, causando os Distúrbios da ATM (DTM).

O DTM, que costuma atingir pessoas entre 20 e 50 anos, se caracteriza por uma dor na região que começa fraca, mas que, ao longo do tempo, sem tratamento, vai piorando. Além disso, ela costuma vir acompanhada de dores de cabeça, zumbido no ouvido, pressão atrás dos olhos e até, nos casos mais graves, estalos com travas. 

Como qualquer outra articulação, a ATM tem um disco articular que, às vezes, entra em descompasso e acaba se deslocando, causando dores em um primeiro momento e travamento em casos mais sérios.

A maioria dos casos de DTM acaba regredindo sozinha (cerca de 10% precisam ser operados) com tratamentos conservadores, como compressas quentes, antinflamatórios, repouso e massagens. A cirurgia é reservada apenas para os casos que falharam ao tratamento conservador. Eu diria que apenas 10 a 25% dos casos falham. 

Causa e tratamento
Embora a DTM não tenha uma causa única e específica, existem algumas situações que podem levar ao desgaste ou a lesões nessa articulação, como má formação e desgaste, tensão da musculatura e degeneração do disco articular. Entre as causas musculares estão às ligadas ao bruxismo, que é o apertamento noturno dos dentes, e as questões psicossomáticas ligadas à dificuldade de dormir e alto nível de stress.

Cirurgião-dentistas, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e reumatologistas são alguns dos profissionais que podem ajudar a corrigir esse distúrbio. Para os casos cirúrgicos, a artroscopia, um tratamento já bastante usado para cuidar de joelhos, é uma opção inovadora. Essas micro-cirurgias, que usam uma câmera para investigar onde está o problema, precisam de somente um dia de internação e possuem um pós-operatório simples. 


Fonte: Terra

Mordida Cruzada: do Bruxismo à Perda de Dentes

Se não for tratada precocemente com aparelhos ortodônticos ou ortopédicos, esse problema pode atrapalhar a estética, a mastigação e a respiração do paciente

A mordida cruzada é um problema bastante comum que acontece quando a arcada de cima não se encaixa direito com a de baixo. Comparamos a maxila (parte de cima) e a mandíbula (parte de baixo) com a tampa e a caixa, ou seja, o arco superior deve ser maior do que o inferior. Quando há uma mordida cruzada, há uma inversão nessa relação e os dentes do arco inferior acabam se posicionando mais para fora do que os do arco superior. 
Esse quadro pode ser causado por problemas dentários ou esqueléticos. Quando a mordida cruzada se dá por causa de dentes que cresceram tortos e estão se posicionando fora da arcada, classificamos como um problema dentário. Quando a causa está no osso maxilar que se desenvolveu pouco e acabou ficando menor do que deveria, chamamos de problema esquelético.
Embora normalmente tenha origem genética, a mordida cruzada pode ser agravada por hábitos inadequados, como chupar o dedo ou fazer o uso prolongado da chupeta e da mamadeira. Esse tipo de mordida pode prejudicar o desenvolvimento facial, a fonação, a mastigação e a respiração da criança. Por isso, o ideal é que ele seja diagnosticado e tratado antes dos 15 anos para evitar agravamentos do quadro na fase adulta, principalmente no caso dos problemas esqueléticos. 

Na fase infantil, o osso ainda está em desenvolvimento e aparelhos ortopédicos vão funcionar estimulando o crescimento da maxila para que ela assuma uma relação adequada entre os arcos. No caso dos problemas dentários, o tratamento ideal é o ortodôntico. E, apesar de ele poder ser aplicado em qualquer idade, também recomendamos que esse procedimento sejam feito bem cedo para aproveitar a fase de desenvolvimento facial e do crânio. Mas se a magnitude da discrepância entre os arcos for muito grande, só será possível o tratamento cirúrgico. 



Bruxismo e perda dos dentes
Se a mordida cruzada não é tratada na fase infantil, os problemas que um adulto poderá desenvolver são ainda mais sérios. Caso perdure essa relação inversa, o paciente pode apresentar bruxismo, fratura ou até perda dos dentes, retração gengival e sobrecarga da articulação da boca podem causar sua deterioração.   Por isso que, assim que o problema for detectado, o tratamento deve ser iniciado com um profissional capacitado para resolver o problema, o ortodontista. 


Fonte: Terra

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Restauração: Da cera de mel ao laser

Assim como muitos tratamentos odontológicos, as restaurações sofreram muitas mudanças e inovações, melhorando a qualidade de vida dos pacientes

dois anos, pesquisadores italianos encontraram uma das mais antigas restaurações em um dente humano. Segundo a Discovery News, o trabalho era feito de cera de mel de abelha e deve ter cerca de 6.500 anos. Na verdade, um dente com esse tipo primário de restauração já havia sido encontrado em um crânio há 100 anos, mas os pesquisadores nunca notaram que em um dos dentes havia essa cera, que eles acreditam ter sido usada para aliviar a dor de uma fratura vertical no dente.
Com essa descoberta, é possível perceber a evolução das restaurações. Antigamente, os materiais utilizados eram amálgama de prata ou ligas metálicas. Porém, em meados da década de 50, surgiram as primeiras resinas compostas, que ao longo dos anos foram sofrendo modificações. Assim, elas se transformaram em resinas com mais durabilidade, possibilitando seu uso em dentes anteriores e posteriores. As restaurações feitas com cerâmica também são uma opção para os dentes anteriores.

Dentes que apresentam cavidades causadas por lesões de cárie, fraturas, desgastes dentais devem ser restaurados. Alguns pacientes têm dentes com formatos e/ou cores insatisfatórias que podem ser tratados com restaurações estéticas. O tipo de restauração pode variar, de procedimentos muito simples e pouco invasivos (restaurações parciais) até os muitos complexos como grandes reconstruções e coroas totais.  É importante ressaltar que detalhes quanto a cuidados de higiene oral, histórico anterior de doença bucal e hábitos do paciente são determinantes para a avaliação de risco de cárie, que orientam a escolha do material restaurador mais indicado.

Entretanto, é importante lembrar que, embora os materiais odontológicos tenham sido aperfeiçoados, nenhum deles é completamente resistente ao processo de cárie. Ou seja, os cuidados com a higiene e as visitas ao dentista devem permanecer em todas as fases da vida do paciente para que assim, a restauração mantenha-se em bom estado e para que pequenos problemas nela sejam identificados precocemente e reparados.

Laser
Um estudo feito pelo Instituto Wyss, de Harvard, desenvolveu um procedimento que utiliza lasers para regenerar lesões causadas pela cárie, por exemplo. Nessa pesquisa pode-se perceber que ao disparar raios infravermelhos de baixa potência em dentes de ratos (que possuem polpa dentária dos molares semelhante a dos seres humanos) ocorre um preenchimento da área danificada do dente por um material sintético, assim como acontece na restauração.

Mesmo que ainda não sirvam para substituir as restaurações, esses lasers já são muito importantes para alguns tratamentos dentários. O laser de baixa intensidade tem indicação ampla na área da odontologia, sendo uma ferramenta de grande valor, especialmente na área de regeneração tecidual.


Fonte: Terra

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Escova de dente mal lavada pode causar infecções graves

É fundamental lavar, secar e armazenar a escova de dente corretamente para evitar a proliferação de bactérias que podem causar doenças graves.

Para ficar longe das bactérias que fazem mal à boca, é preciso ir além de uma boa escovação. Cuidar da escova de dente da forma adequada pode evitar problemas como infecções e diarréias. Isso pode acontecer quando, após seu uso, as cerdas não são lavadas corretamente para eliminar todos os germes e bactérias que foram retiradas da boca durante a escovação. Se, além disso, ela ainda for largada úmida e armazenada em um ambiente fechado e abafado, a escova se tornará um meio muito convidativo para que esses microorganismos se proliferem.


Quando a pessoa for usar a escova novamente todos esses germes irão direto para a sua boca podendo causar problemas na cavidade bucal como cárie, alterações gengivais e lesões na mucosa bucal e até problemas sistêmicos, como infecções sérias e diarréias, uma vez que essas bactérias serão engolidas e enviadas para várias partes do corpo, em que vão se alojar e prejudicar seu funcionamento.
É indicado o uso de agentes antimicrobianos (enxaguantes bucais) em forma de spray e outros truques para melhorar os resultados contra a proliferação de bactérias. Espirrar esses produtos uma vez por dia, de preferência depois da escovação noturna, ajuda a manter as cerdas livres das bactérias. Também recomendo lavá-las em água corrente todas às vezes para que as bactérias mortas escorram pelo ralo e nunca secá-las em toalhas. O ideal é bater o cabo da escova na borda da pia para que ela fique bem sequinha.

Hora certa de trocá-las
O tempo indicado pelos dentistas para que a troca de escova de dentes seja feita é a cada três meses. Porém, é importante ficar atento à qualidade das cerdas. O ideal é que a escova seja trocada assim que a ponta da cerda começar a curvar, momento em que não conseguirá penetrar nas regiões mais profundas, o que faz a qualidade de escovação diminuir. 

Vale lembrar que também é importante trocar a escova depois de resfriados, gripes, dor de garganta ou infecções na boca, pois as bactérias, fungos ou germes que causaram a doença podem ter ficado impregnados nas cerdas e poderão causar uma nova contaminação do paciente. 


Com essas dicas fica mais fácil manter um belo sorriso, e uma ótima saúde bucal.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Invisalign: o aparelho ortodôntico quase invisível

Para crianças e adolescentes, escolher as cores dos elásticos do aparelho ortodôntico é divertido. Mas para quem já tem que trabalhar, quanto mais discreto, melhor. O mercado oferece diversas opções que permitem que as pessoas sorriam mesmo durante o tratamento. Além das opções de porcelana e safira, que já são bem mais discretas que os modelos tradicionais, há alternativas que chegam ainda mais perto do invisível.



Uma das técnicas usa o que os ortodontistas chamam de alinhadores em sequência feitos sob medida. O especialista faz moldes dos dentes do paciente e um computador simula os movimentos feitos durante o tratamento. Os alinhadores são produzidos e enviados para o profissional que vai acompanhar a evolução do caso. 

A grande vantagem é que os aparelhos são móveis e podem ser retirados para comer e escovar os dentes. Cada alinhador é usado aproximadamente por duas semanas. Esses aparelhos são altamente estéticos e uma alternativa quase invisível.

Para saber se é candidato ao tratamento, é necessário consultar um ortodontista. Normalmente é indicado para dentes apinhados – tortos – ou separados, assim como em maloclusões – quando a arcada de cima não encaixa corretamente com a de baixo – e problemas com mordidas. Os primeiros resultados aparecem entre seis meses a um ano, o tempo de tratamento varia geralmente de acordo com o mesmo tempo que o outro aparelho. 

Outra opção é o aparelho ortodôntico lingual. Esse aparelho é fixo, mas colocado na parte interna dos dentes – chamada face lingual. Assim, ninguém percebe que você esta usando. Este modelo é ideal para artistas e modelos por conta da estética, além de ser indicado para atletas, já que, em caso de pancadas na boca, não há lesão nos lábios e bochechas.


Na Clínica Open Center, o Dr. André Felipe Abrão é especialista credenciado Invisalign.

Ranger os dentes pode levar a dor facial

Você acorda com dor de cabeça, na mandíbula e nos dentes? Pode ser que você tenha o hábito de ranger seu dente à noite, também conhecido como bruxismo. Muitos dentistas acreditam que esse hábito é causado por stress e ansiedade, mas também pode ser causado por desalinhamento dos dentes.

O que é bruxismo?
Bruxismo é uma condição que ocorre quando uma pessoa range os dentes. Pode acontecer durante o dia, mas geralmente ocorre subconscientemente à noite quando se está dormindo. Infelizmente esse hábito pode desgastar, fraturar ou até lascar os dentes, deixando-os sensíveis. Algumas pessoas acordam com dor na cabeça e na mandíbula devido à pressão dos músculos da mandíbula ao ranger os dentes. É a tensão, a ansiedade ou frustração que causa esse hábito? Pode ser que seus dentes não estejam alinhados corretamente, um mal também conhecido como má oclusão. Bruxismo pode causar DAT - Disfunção da Articulação Temporomandibular, um problema que ocorre com os músculos de mastigação da mandíbula. Qualquer que seja a causa, é melhor consultar um profissional para procurar medidas corretivas.

Maneiras de combater esse problema
Muitos dentistas prescrevem placas de mordida noturnas como uma medida para impedir o bruxismo. Uma placa de acrílico rígida e transparente é usada nos dentes, superiores ou inferiores, para impedir o ranger inconsciente dos dentes. Fazer esta proteção é fácil. Seu dentista vai fazer um molde dos dentes e então o laboratório odontológico pode criar sua própria placa noturna customizada. Existem as placas plásticas das lojas que são menos caras, mas às vezes não se encaixam bem e podem ser desconfortáveis. Consulte seu dentista para determinar se você tem um problema com bruxismo e opções de tratamento. 
Uma vez que o stress é um dos muitos fatores envolvidos no problema, técnicas de relaxamento podem ajudar. Tente aquietar seu cérebro antes de ir para a cama. Tome um banho quente e relaxante, beba um copo de chá de ervas calmante antes de dormir, como camomila, e evite qualquer produto com cafeína.

As crianças podem ter hábito de ranger os dentes?
Ranger de dentes em crianças não é incomum. O ranger de dentes pode ocorrer em crianças experimentando stress ou problemas na escola, além de má oclusão de dentes. Se seu filho está rangendo os dentes durante o sono ou de dia, é melhor levá-lo para uma avaliação. Lembre-se que os danos aos dentes de leite podem ser arrumados, mas é melhor corrigir esses problemas antes da dentição permanente aparecer. Além disso, se seu filho reclamar de dor de ouvido sem evidência de infecção, o bruxismo pode ser a causa. 

Para crianças menores, ofereça algum relaxamento antes de dormir para ajudar a acalmá-las. Considere um banho quente, uma massagem suave, leite morno ou uma história relaxante. Crianças mais velhas também podem usar placas noturnas recomendadas por seu dentista.


Fonte: Terra

Comidas bem temperadas podem agredir a língua

O uso excessivo de produtos e temperos que contêm o glutamato monossódico pode provocar uma constante dilatação das papilas gustativas

Quando as pessoas comem algo delicioso nem imaginam que por trás daquele gosto está o trabalho de um especialista no paladar. O químico do sabor estuda a combinação de moléculas dos alimentos e, a partir disso, desenvolve sabores e cheiros artificiais ou naturais, ou seja, ele trabalha na produção de aromatizantes (substâncias que conferem odor) e flavorizantes (que conferem odor e gosto). 
A língua tem cerca de 10 mil papilas com capacidade de reconhecer o amargo, o ácido (azedo), o doce, o salgado e o umami – palavra japonesa que significa “delicioso”, ou seja, aquele gosto agradável, suave e duradouro que fica na boca. O gosto umami está relacionado a alguns aminoácidos, como o glutamato monossódico. Essa molécula age como uma “dilatadora” das papilas e assim provoca a sensação de mais sabor. 

Ela é encontrada naturalmente em algas, tomates, queijo parmesão, cogumelos e carnes maturadas. Porém, o uso excessivo de produtos e temperos que contêm o glutamato monossódico pode provocar uma constante dilatação das papilas, podendo causar dores de cabeça, salivação e tonturas.
Já a ingestão de sabores extremamente ácidos, picantes ou quentes pode causar o inchaço das papilas, aftas e até herpes. Uma boa higiene diária da boca e da língua, com sua escovação freqüente podem evitar alguns desses problemas. O dentista e o gastroenterologista são os profissionais que podem diagnosticar e tratar os problemas relacionados com a língua.

Artificial x Natural
Um dos sabores mais apreciados no mundo é o da baunilha, que provém de um tipo de orquídea, a Vanilla planifólia. A essência natural é um flavorizante, porém é muita cara.

Porém, algumas dessas substâncias artificiais quando entram em contato com o organismo podem causar problemas de saúde, como alergias e intolerâncias. Por causa disso, esses profissionais do sabor passaram a buscar, nos últimos tempos, uma forma de produzir aromas de uma forma mais natural. 


Fonte: Terra

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Clareamento à Laser

Apesar de o clareamento ser cada vez mais comum nos consultórios, ainda existem algumas dúvidas quando a sua eficácia, já que algumas pessoas acreditam que o processo pode fazer mal aos dentes prejudicando seu esmalte.
A popularização do acesso ao clareamento acarretará a maiores chances de insucessos, visto que é um procedimento técnico que exige grande dedicação por parte dos profissionais para se alcançar o conhecimento necessário na obtenção de bons resultados.
Na verdade, dentre as técnicas indicadas por dentistas, podemos dizer que todas são eficazes, pois, sem exceção, utilizam o mesmo princípio: agente clareador à base de peróxido de hidrogênio. O que muda é apenas a quantidade concentrada!
Com exceção da sensibilidade, totalmente reversível após o término do tratamento e de outros pequenos sintomas clínicos, o clareamento é considerado uma técnica muito segura e conservadora.
Alertamos que o mais importante é o diagnóstico clínico, sendo também o maior responsável pelo sucesso de cada caso. O diagnóstico depende do tipo de mancha do órgão dental. A partir daí podemos indicar a técnica mais apropriada para a solução.
Um clareamento pode levar desde uma única sessão a até seis meses de tratamento, que inclui as manchas de idade, corantes, tabaco e antibiótico. O clareamento, em muitos casos, pode funcionar apenas como coadjuvante, onde é preciso harmonizar cores ou iluminar o sorriso completando com outros tratamentos como restaurações e facetas.
Outro fator de suma importância é esclarecer que as técnicas de clareamento a laser e LED, tão divulgadas nos dias de hoje, nada mais são do que um resgate de uma das mais antigas técnicas de clareamento utilizadas nos consultórios.

Abscesso dentário não tratado pode causar problema cerebral

Você sabia que Uma infecção no dente sem o devido tratamento pode causar sinusite, dores nos ossos e até um abscesso cerebral?

Um abscesso dentário é o acúmulo de pus no dente ou na gengiva por conta de alguma infecção bacteriana. Embora não seja um problema bucal tão grave, se for negligenciado ou não tiver o devido tratamento, pode ter desdobramentos mais sérios, como febre, vômito, diarréias e até, em casos mais raros, se transformar em um abscesso cerebral.

Apesar de um pouco assustador, esse é um mal relativamente fácil de evitar. Um abscesso está normalmente associado a uma higiene bucal fraca ou a uma dieta muito rica em açúcar. Quando esses dois fatores acontecem juntos então, as chances de infecção aumentam. 
Se o problema for diagnosticado logo no início, será feita uma incisão, a drenagem do abscesso para retirar o pus e higienização da região. Porém, em casos mais avançados, um tratamento de canal pode ser recomendado ou até e extração do dente. É importante que o profissional fique atento para que essa infecção não se espalhe por outras partes da boca ou da cabeça.

Quando o caso é mais grave
Quando o abscesso permanece na cavidade bucal por muito tempo sem o devido tratamento, é possível que ele acabe causando outros problemas, como uma sinusite – infecção das cavidades atrás das maçãs do rosto que estão cheias de ar, que causa dor facial, nariz entupido e febre.  

Outro desdobramento de um abscesso não tratado pode ser a Osteomielite. Ela ocorre quando a infecção do dente se espalha pela corrente sanguínea e ataca um osso de qualquer parte do corpo. Essa doença vai se apresentar com vômitos, náuseas, febre e dores na região afetada. Mas para isso, a infecção tem que ser negligenciada por muito tempo e, portanto, é bem rara de acontecer.

Ainda mais raro é um abscesso dentário virar um abscesso cerebral. Essa condição é bem remota, mas é possível, pois um abscesso cerebral pode ser originado pela propagação de uma infecção mal tratada em qualquer parte do crânio, inclusive no dente. Os sintomas dessa doença são dores de cabeça, confusão mental, febre, convulsões e fraqueza. 

Dentista pode diagnosticar
Se o abscesso cerebral em questão tiver como causa uma infecção dental, pode ser diagnosticado por um dentista. Neste caso, o paciente com o abscesso cerebral terá uma infecção dental severa e, portanto, o profissional da odontologia perceberá que a infecção se espalhou e indicará um especialista ao paciente. É dever de o cirurgião-dentista estar cada vez mais atento às características de outras regiões da face e não se limitar apenas à cavidade bucal. 


Fonte: Terra

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Odontologia do Trabalho - Uma visão holística da saúde do trabalhador

Pesquisa objetivou compreender este novo paradigma e a sua influência na saúde e no trabalho do homem atual. Através de um estudo descritivo e bibliográfico, idéias de totalidade e integralidade do ser foram incorporadas inter-relacionando saúde geral com saúde bucal, observou-se novas propostas e conceitos referentes à visão holística dos profissionais de saúde especialmente de saúde bucal, para com os seus pacientes através da odontologia psicossomática, odontologia sistêmica e resgatando alguns conceitos da biocibernética bucal: os dentes e o espaço bucal interagem com as condições físicas, psíquicas, e sociais do paciente.
A obtenção da saúde a partir de uma visão holística nos faz enxergar uma comunhão, uma desfragmentação do saber (multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade) em busca da totalidade do ser.
Essa proposta de integração dos recursos terapêuticos ocorre em especial no estudo da saúde do trabalhador, que reúnem profissionais das ciências médicas, tecnológicas, sociais e humanas, todos envolvidos no processo de conhecimento e estabelecimento da saúde total do trabalhador.

Propõe-se demonstrar a importância da contribuição do dentista na vida do seu paciente e mais especificamente na vida do trabalhador, trazendo benefícios para a sua saúde e da sua empresa, já que na visão holística tudo está interligado e a boca tem um papel fundamental no estabelecimento do equilíbrio geral do organismo e da vida.


O poder do sorriso!!!



Tomar antibióticos enfraquece os dentes?

Embora milagroso para muitos fins, os antibióticos, tão utilizados pelas mães para combater diversas doenças infantis, têm a fama de serem grandes inimigos de dentes fortes e bonitos. No entanto, apesar de essa lenda ainda ter muita força e ser usada como desculpa para justificar dentes mal cuidados, a história não tem muito fundamento. Só existe um tipo específico de antibiótico que pode fazer mal para a estética dental, os tetraciclinas. 



Esses medicamentos podem manchar e até alterar a cor dos dentes (deixando-os acinzentados), principalmente entre o quarto mês de vida intra-uterina até aproximadamente os sete anos da criança (quando os dentes ainda estão em formação), mesmo consumido em pequenas doses. 
E mesmo sendo comprovado que esse tipo de antibiótico prejudica o esmalte dos dentes, também já foi constatado que eles em nada alteram a estrutura dental nem tem qualquer relação com outros problemas bucais. Antigamente, quando os efeitos da tetraciclina eram desconhecidos, costumava-se prescrevê-los bastante para uso infantil, no entanto, essa prática diminuiu com o passar dos anos.


Aliados
Muitas vezes, os antibióticos são tomados justamente para combater infecções bucais e, mesmo quando ingeridos por outros motivos, acabam, indiretamente, afetando a cavidade da boca, sendo assim um aliado dos dentes. São remédios prescritos até para situações pós-cirúrgicas para prevenir possíveis complicações causadas por infecções. E, no caso da cárie, se o antibiótico tiver uma ação bactericida, pode até servir como uma forma de prevenção e combate do problema.
Os antibióticos não causam cáries. Talvez algumas pessoas associem as manchas causadas nos dentes pela tetraciclina com a cárie, mas a alteração da cor do esmalte não tem nada a ver com possíveis lesões na estrutura do dente.



Fonte: Terra